Você sabia que o material de divulgação da campanha “Conte sua História” foi estrelado por colaboradores do Itaú Unibanco? Conversamos com cada um deles para saber como foi participar desta iniciativa. E é claro, para entender como essas pessoas comuns, como eu e como você, decidiram se envolver com o voluntariado. Leia a entrevista, inspire-se e conheça um pouco do que esta experiência também pode trazer para a sua vida.
Portal Voluntários Itaú Unibanco – Conte-nos a sua história. Como você se envolveu com o voluntariado? Que ações você já realizou e o que esta experiência trouxe para sua vida?
Adriana Silva da Silva – Iniciei minha experiência com o voluntariado em 2000, em Porto Alegre, doando o meu tempo para cuidar de idosos em um asilo nas tardes de sábado. Na empresa, fui voluntária em ações periódicas (arrecadações de roupas, alimentos e livros) até que em 2008 participei do piloto Mentoria Jovem. Tornei-me “líder voluntária do banco” e mentora de 3 jovens do Ensino Médio.
Em 2010, participei da Oficina do Ingresso ao Mercado de Trabalho e fui capacitada para aplicar a oficina em escolas públicas. Também atuei na Olimpíada de Língua Portuguesa, interagindo com jovens através de cartas e estimulando a escrita e a leitura. Atualmente, participo do Mentoria Jovem e sou mentora de uma jovem do Ensino Médio.
Todas essas ações me trouxeram uma experiência positiva e de muita reflexão. Após iniciar no voluntariado, descobri que podemos ajudar de várias formas, sem aquele paradigma de que precisamos comprar ou gastar com alguma coisa. Em quase todas as ações em que atuei e atuo, dôo meu tempo, meu conhecimento e minha vontade de ajudar. Muitas vezes, as pessoas precisam apenas de alguém que esteja disposto a ouvi-las, ensiná-las, sem nada em troca.
Por mais que sejamos os voluntários nessa história toda, aprendemos muito mais do que ensinamos. Sempre vamos com o objetivo de doar nosso tempo, nosso conhecimento, mas no fim, saímos de cada ação com uma bagagem enorme e quase sempre, uma lição de vida.
Fábio Guida, colaborador Itaú Unibanco
e voluntário no projeto Uso Consciente do Dinheiro
Fábio Karpfenstein Guida – Sou voluntário desde criança. Acompanhava meus pais em arrecadações de alimentos para a ONG Amigos do Bem, que atende o sertão nordestino. Mais velho participei, por conta própria, de um grupo para distribuição de lanches e chocolates quentes para moradores de rua durante a madrugada. Também fazia bate-papos sobre higiene, saúde e comportamento com mães carentes em casas assistenciais. Hoje, dou aulas sobre auto-conhecimento e mediunidade em uma casa espírita em SP. No Banco, integro o projeto Uso Consciente do Dinheiro. Minha experiência em agências pode contribuir para que os jovens mudem seu conceito sobre as instituições bancárias e sobre o dinheiro, utilizando-o da melhor maneira.
Estas experiências me ajudam em meu modo de vida e no respeito à individualidade. Ajudam-me a ser um cidadão melhor, o que reflete, sem dúvida, no trabalho profissional e na responsabilidade com os que estão à minha volta.
Rogério Botelho, colaborador Itaú Unibanco
e voluntário no projeto Estudar Vale à Pena
Rogério Santana Botelho – Meu interesse pelo trabalho voluntário teve inicio após um projeto na graduação, cuja finalidade era o preenchimento e o envio da declaração de IR à Receita Federal dos moradores da região. Posteriormente, participei de outros projetos, dentre os quais destaco três:
- A reforma de uma escola em apenas um dia, com pintura da parte interna e externa e recuperação de todas as carteiras;
- A revitalização de um parque localizado na grande São Paulo;
- O projeto Estudar Vale à Pena, do Instituto Unibanco, que tem como foco a redução da evasão escolar.
Para mim, a satisfação do trabalho voluntário consiste em tornar-se disponível e poder compartilhar e multiplicar o conhecimento em prol de uma comunidade ou causa.
Simone Matsubara, colaboradora Itaú Unibanco
e voluntária no Grupo de Mobilização dos Trainees
Simone Mieko Matsubara – Eu sempre estive em contato com grupos que fazem projetos sociais. Já participei na organização de campanhas de doação de sangue, em eventos para arrecadação de dinheiro ou de aproximação com a cultura japonesa (em kaikans), em atividades sociais com crianças de escolas públicas, visitas a orfanatos ou mesmo doações. No entanto, eu nunca me envolvi tanto como na Ação Social realizada recentemente pelos trainees no Jardim Vale das Flores.
A ação foi uma proposta dos gestores do programa de trainees junto com o Itaú Social. Com o apoio da Fundação, o grupo de trainees se mobilizou para trazer idéias de projetos sociais e depois concretizar a ação junto com as ONGs Habitat para a Humanidade Brasil e Arrastão, além da Associação de Moradores do Jardim Vale das Flores.
A experiência com o projeto do Sábado Voluntário foi a mais gratificante, porque eu tive contato suficiente para criar uma relação com a comunidade atendida. Não foi apenas ajudar pessoas carentes; foi criar um vínculo com pessoas que me trouxeram muito e para quem eu pude oferecer algo.
Portal Voluntários Itaú Unibanco – Como você vê a importância de participar como um dos personagens da campanha “Conte sua História”? Como foi esta experiência?
Adriana da Silva, colaboradora Itaú Unibanco
e voluntária no projeto Olimpíada de Língua Portuguesa
Adriana Silva da Silva – Muito boa e ao mesmo tempo gratificante. Nós, voluntários, nunca fazemos ações com o objetivo de nos promover. Muitas vezes fazemos coisas que ninguém fica sabendo, e quando temos a oportunidade de mostrar nossas ações, ficamos até um pouco envergonhados. Mas, se minhas atitudes podem espelhar e motivar a outras pessoas a iniciar no voluntariado, isso sim será de grande importância.
Fábio Karpfenstein Guida – Conheço muita gente. Se se identificam ou não comigo é outra coisa, mas o fato de me verem nestas campanhas acredito que dê credibilidade às ações do Banco. É um colaborador, como qualquer outro, que está lá. Trabalha longe, estuda, tem família, vida social e encontra tempo de ser voluntário. Isso abre possibilidades. Torna viável. Se eu posso, qualquer um pode. Sou diferente de ninguém!
A experiência de participar como personagem do material de divulgação quebrou um paradigma em mim. Nunca gostei de ser fotografado, filmado. A causa me ajudou a “pular” este obstáculo. Foi muito bom!
Rogério Santana Botelho – Foi de extrema importância e satisfação tornar-me um dos personagens desta campanha, pois tive oportunidade de compartilhar experiências e incentivar a prática da ação voluntária entre os colegas que perguntaram os motivos pelos quais fui personagem da campanha.
O Conte sua Historia é uma ótima chance de mostrar aos outros os benefícios da prática de ações sociais e mostrar que juntos somos responsáveis por uma comunidade/sociedade melhor.
Simone Mieko Matsubara – Eu fico muito feliz de trazer minhas experiências e ser protagonista de algo tão bonito. Sei que estou representando muito mais pessoas com histórias diferentes, divertidas e emocionantes. E espero conseguir trazer aqui um pouco do gostinho de ser voluntário.
Se você também é voluntário, chegou a hora de nos contar a sua história. Conheça nossa campanha e saiba como participar aqui.





edson geraldo teixeira:
SIMPLES FORCA DE VONTADE: Edson Teixeira Este ao meu lado eh o Joao Maia , o conheci na Fundacao Orsa atlheta Solidario .Ha um ano e meio , desde entao parei de correr para mim nas corridas de rua e comecei a correr pra ele . Joao faz Historia na UniSantana , usa Lep Top, celular , Morou sozinho , e fez o Primeiro Curso de Fotografia para Cegos no Senac de Santo Amaro , fora isso leva uma vida bem corrida pois ficou Cego aos 33 anos . Quando o conheci em uma corrida de rua patrocinada pela Corpore fiquei muito feliz pois o cara tem um astral incomparavel , sempre sorrindo , e com um carisma elevado. Fato eh que ele precisa do esporte para ter da Fundacao ,Bolsas de Estudo e outros apois culturais , entao virei seus olhos nas corridas que as quais me fazem bem e a ele apesar do esforco ajudo a mante-lo na situacao de cidadao .(inclusao social). Ano passado fomos a uma escola dar uma pequena palestra sobre cegueira e Espote ,ele falou muito bem sobre o assunto e os alunos adoraram , deu dicas como falar , ajudar e como vive Cego. Eu entao falei sobre esporte e ser voluntario , as criancas ficaram facinadas e ate hoje comentam sobre os assunto com os amigos e Pais . Alem do Joao , tem mais de 45 deficientes fisicos , mentais , que precisam deste apoio . Dei a ele ano 2009 uma camera fotografica com mis recursos , ele hoje ministra cursos para outros cegos , ajuda a inclui-los na sociedade , mostrando garra , educacao , solidez na vivencia ativa , pois quandoa doenca chega , vem a depressao , falta de strutura dos pais , estrutura para os estudos , comunicacao , contato humano, ajuda, estudo, acompanhamento... "falta tando que nao se ve"
ET