Concurso: Conte sua História - Votação 6

Conheça e vote em um dos cinco relatos selecionados pelo júri técnico do concurso. O post mais votado será transformado em um filme de animação, publicado aqui no Portal Voluntários Itaú Unibanco.
Para conhecer os jurados e os critérios que basearam a seleção, clique aqui.
De 06/07/11 às 00:01h até 12/07/11 às 23:59h.
Votação fechada!

Concorrentes

Um Sábado Mágico!!! (66)

Meu nome é Vanessa Paoleschi Iurovschi, tenho 34 anos, sou paulista, moro há 6 anos em Niterói e há 5 anos sou caixa do Itaú. Não tinha conhecimento sobre o que é ser voluntário até que a Fundação Itaú abriu os meus olhos. Em junho de 2010 descobri que sou voluntária desde meus 14 anos, quando um garotinho de 7 anos apareceu na rua em que eu brincava e disse estar sozinho, pedindo dinheiro para levar para a mãe. Eu o levei pra dentro de casa, dei banho, comida e pedi ao meu pai para o levarmos à sua casa, demos um apoio à família e conversamos sobre ele estar nas ruas.

O frio de São Paulo é de cortar o rosto e por vezes arrecadei dinheiro com amigos para comprar cobertores e distribuir aos desabrigados embaixo de pontes. Em épocas festivas eu e meu marido compramos brinquedos e escolhemos uma instituição para distribuirmos. Às vezes preparo mochilas com roupas e utensílios básicos e doo para moradores de rua. Tenho dois filhos, Rafael e Gabriel, desde pequenos me acompanham nesses momentos, pois aprender a doar o que temos, e às vezes até o que não temos, é uma lição que devemos ter desde cedo.

Devem estar intrigados sobre o que disse sobre “doar o que não temos”, eu explico. Essa foi a melhor experiência que tive como voluntária, o Sábado Voluntário Itaú realizado em Niterói, no dia 21 de agosto de 2010, na Associação de Moradores do Morro da Penha. Unidos pela vontade de doar nossas habilidades, formamos um grupo eclético de colaboradores Itaú Unibanco em uma fase em que estávamos ajudando na virada do Unibanco, trabalhando feito loucos e, mesmo assim, sonhando com um evento maior do que estávamos preparados para realizar. Formamos uma família voluntária, o GM Niterói/São Gonçalo, pessoas maravilhosas cada um com seu jeito de enxergar o voluntariado. Eu tinha a visão romântica, Cristina sempre com os pés no chão, Érica determinada, Cristiane prática, Fernanda confiante, Kiki cautelosa, Pereira apoio, Milton caiu do céu, Bira nosso talismã, querido Pedro e atenciosa Renata. Fui escolhida líder do grupo e vesti a camisa. Pensei que poderíamos fazer algo do tamanho do Itaú, após alguma resistência do próprio grupo acabamos decidindo pelo ‘ousado’, fazer um megassábado, com construção de muros, pintura das paredes da sede, reboco, troca de vidraças, construção de uma churrasqueira e dois lindos jardins, sem contar com a recreação e distribuição de brinquedos para as crianças, massoterapia para os idosos e alimentação para quase 800 pessoas. Conseguimos milhares de refrigerantes com a Coca-Cola, centenas de livros e recursos materiais para a realização desse sábado com colaboradores, clientes, amigos e familiares. Tivemos medo, cansaço, indecisão e mesmo com total falta de tempo e às vezes de fôlego chegamos a um resultado melhor do que o esperado. Como líder descobri habilidades, como pessoa, apesar de tão baixinha, me senti grande. Como mãe, esposa e neta, pude compartilhar esse momento com minha família. Foi um sábado mágico e os dois meses que antecederam provam que às vezes conseguimos doar algo que não temos (principalmente tempo), mas com força de vontade arrumamos um jeitinho de fazer acontecer, nós podemos fazer a diferença!

Sabemos que os recursos humanos são a base de qualquer instituição e lá pudemos ver por que o Itaú Unibanco é desse tamanho.

Acredito em anjos invisíveis, mas também acredito nos anjos de carne e osso, e a todos eles agradeço por terem feito parte daquele sábado mágico!

Obs.: Não deixem de ver as fotos do evento.

www.ivoluntarios.org.br/photos?aggregator_id=891&page=15





















Vocação ao voluntariado (27)


Adilson França

Por Adilson França – São Paulo (SP) – Banco Pessoa Física – Agências

Aprendi a gostar de ações voluntárias ainda no tempo de escola. Isso aconteceu quando recebemos em sala de aula um voluntário que faria uma palestra para os alunos daquela turma. E, ao olhar aquele homem diferenciado trabalhando voluntariamente com uma empolgação imensurável, tomei minha decisão! Quero ser um homem assim!

Foi aí que iniciei minha busca em poder fazer a diferença na vida de alguém, da mesma forma que aquele voluntário fez em minha vida.

Aos doze anos de idade, era um garoto bastante tímido, mesmo assim passei a acompanhar minha irmã a uma oficina de teatro em que apresentavam peças em centros comunitários para crianças e adolescentes que não tinham a oportunidade de frequentar o teatro. E com isso passei a falar em público sem constrangimento algum.

Mas como a máxima de um voluntário é multiplicar… ingressei como voluntário em um programa que abria a escola nos finais de semana, e passamos a montar peças de teatro para apresentar para a comunidade, e aproveitamos para lapidar os mais tímidos. A oficina foi tomando forma e conteúdo, passamos a trabalhar com oficinas de dança e leitura e já totalizamos mais de 60 participantes. O tempo passou e eu acabei deixando a oficina ser conduzida pelos próprios jovens.

Em seguida me casei e fui contratado pelo banco. E, a partir daí, fui buscar novos desafios, e esses foram propostos pelo Instituto Unibanco. Durante os anos de 2008 e 2009 visitávamos escolas com a missão de combater a evasão escolar. Havia chegado a hora de fazer por esses jovens o que fizeram comigo. Multiplicar ideais!

Em um dado momento tive minhas atividades interrompidas em função de alguns problemas de saúde. A cada ida ao médico, um remédio novo deveria ser comprado e isso foi corroendo o orçamento doméstico de minha casa. Foi então que minha esposa e eu fizemos uso do material sobre o Uso Consciente do Dinheiro e conseguimos nos reerguer e alinharmos nossas contas.

Mas toda necessidade pode virar oportunidade! Ingressei na oficina do Uso Consciente do Dinheiro, e com ela consegui ficar mais disciplinado e passei a trabalhar como mais um multiplicador dessas ideias que podem salvar a saúde financeira de muitos jovens e adultos, para que o futuro deles possa ser melhor que o passado de muitos, inclusive o meu.

Penso que a maior vocação de um voluntário seja superar dificuldades de um passado vivido ou presenciado e usar essas experiências como ferramentas ou combustível que devem ser multiplicados para semearmos um futuro melhor para nós e para as outras gerações também.

Voluntariado – Palavra Mágica (15)

Meu nome é Elaine Regina, trabalho no SAC Corporativo Itaú.

Voluntariado é uma palavra mágica que nos modifica, engrandece e enobrece. Entendo por voluntariado qualquer tipo de ação que você faz em benefício do próximo, sem esperar retorno para si mesmo. Isso vai desde ajudar alguém a atravessar uma rua, seja ele cego, idoso ou criança, dar passagem, ceder seu lugar a alguém que precise mais do que você, enfim, todos nós praticamos todos os dias alguma ação voluntária. Pensando na sensação agradável e na paz de espírito que sinto quando vivo uma dessas situações, senti a necessidade de fazer algo mais, um trabalho no qual eu tivesse que seguir uma rotina, um compromisso mais responsável com o meu próximo.

Sendo assim, por volta do ano de 2003 entrei nessa magnífica benfeitoria da vida. Para iniciar me deparei com a sigla “MAESP” (Movimento de Assistência ao Encarcerado do Estado de São Paulo), que por sinal fica bem perto da minha casa. Confesso que a princípio fiquei um tanto apreensiva, sem saber por onde começar, mas logo percebi que eu poderia fazer alguma coisa de grande valia.

O MAESP é uma instituição que abriga os filhos de encarcerados, portanto crianças para as quais o futuro é mais do que incerto, é mais do que utópico. Após o meu cadastramento e triagem na instituição, recebi autorização para retirar algumas crianças para passar o dia ou até mesmo o fim de semana comigo. Sendo assim, por um período, pelo menos uma vez no mês eu ia com meus filhos buscar essas crianças, e assim passávamos o dia juntos. Eu aproveitava para saciar a vontade daqueles pequenos com todos os passeios possíveis, como parques, Mc’Donalds, tirar foto com Papai Noel, cinemas. No final, de volta para a instituição, o difícil era saber quem estava mais feliz, se eu ou eles.

Já por volta de 2006, através do Instituto Unibanco e Junior Achievement, iniciei um trabalho com jovens de escolas públicas. Nesse período eu já me sentia mais em casa em função da minha formação em Pedagogia. Cheguei a aplicar vários cursos de que os alunos adoravam participar, eles tinham como incentivo o direito às aulas com aplicação de jogos lúdicos adequados ao tema que estava sendo apresentado, apostilas e formatura com certificado, guloseimas e entrega dos canudos. Tive oportunidade de aplicar vários cursos: Economia Pessoal, Torneio de Decisões Empresariais, Empresa em Ação, As Vantagens de Permanecer na Escola, etc.

Em 2007 participei de um novo projeto do Instituto Unibanco, o programa “Mentoria Jovem”. Esse programa tem como foco de atuação a orientação e acompanhamento de jovens que cursam o Ensino Médio nas escolas públicas com as quais o Instituto Unibanco atua. Um dos objetivos do programa é de que esses jovens aumentem o grau de escolaridade, desenvolvam experiências e habilidades básicas para o mundo do trabalho, desenvolvam o senso de responsabilidade, consciência socioambiental e financeira e, acima de tudo, que eles aprendam a desenvolver o valor do amanhã. Iniciei esse trabalho com três jovens e, como alguns acabam desistindo no meio do caminho, não foi diferente comigo, uma delas resolveu desistir depois de alguns encontros. Ela acreditava que, entrando para esse programa, logo conseguiria o primeiro emprego, como esse não era o objetivo principal do programa, ela não teve paciência para esperar. Já com as outras duas foi diferente, continuamos mantendo contato até hoje. Durante o programa visitamos museus, Bienal do Livro, cinema, USP, fizemos vários passeios como visita ao MASP, Casa das Rosas, Shopping Paulista, fizemos mesa redonda para discutir assuntos pertinentes ao programa e bate-papo com troca de experiências, e deliciosos lanches no fim de cada passeio.

Criamos um vínculo tão forte que o programa, que teria duração de 1 ano, começou em 2007 e até hoje mantemos contato. Tanto as meninas como as mães sempre me procuram para conversar sobre alguma dificuldade ou até mesmo contar as novidades.

Atualmente estou participando do programa Olimpíada de Língua Portuguesa da Fundação Itaú Social. Nesse programa atuo trocando correspondências com uma jovem de São Miguel dos Campos/AL. Ela estava entre as finalistas do programa “Escrevendo o Futuro”, é um programa bastante interessante.

Atuo também como Contadora de Histórias para crianças e adolescentes em hospital, esse é um trabalho contagiante, que comecei em 2007 depois de quase um ano de curso pela Associação Viva e Deixe Viver, me formei e logo em seguida comecei a atuar. Quanto mais eu visito os pequenos, mais quero visitar, já faz parte da minha rotina. É maravilhoso poder levar atenção, imaginação e entretenimento para crianças que estão em um ambiente de dor e sofrimento.
Bem, essa é a minha história…

Entrou por uma porta, saiu pela outra, quem quiser que conte outra.


Voluntários do Viva e Deixe Viver Confraternizando no Hospital..

1º. Encontro Cultural do Mentoria Jovem, levei as meninas na Bienal do Livro.

Ainda na Bienal.

Uma Tarde no Cinema.

Uma parada para o lanche na Fnac

Visita no Museu de Arte Comtemporanea – USP.

Visita no Museu de Anatomia da USP.

Visita no Museu Oceanográfico

Pinguíns do Museu Oceanográfico.

Também ita no Museu oceanográfico.

Bienal do Livro

Um dia Diferente! (3)

Por Juliana Villela Plotrino – São Paulo (SP) – Área de Pessoas

O despertador tocou: bibibi… bibibi… bibibi… sentei na cama, ainda sonada. Meu marido disse: – hoje é sábado! Está muito cedo! Mas sem nem titubear pulei logo da cama. Ainda sonada fui em direção ao banheiro… ops… um sapato! Tropecei nesse acessório humano indispensável, desviei do próximo e entrei debaixo da água para acordar. Hoje seria um dia especial…

Após me arrumar, fiz aquele mesmo caminho de todo dia – ao trabalho – no Jabaquara, mas hoje seria um dia diferente, aquele era apenas o ponto de encontro, hoje seria mesmo o dia de trabalho em uma comunidade carente! Muitos pensamentos durante o trajeto do metrô: “será que vai ter muita gente? Será que será muito cansativo?… hum, essa japonesa tem cara de bancária – acho que ela está indo fazer a mesma coisa que eu. Com essa cara de sono no sábado, com certeza é bancária!” (e não é que eu estava certa! Era uma das voluntárias que estavam no grupo!).

Chegando em frente ao prédio do trabalho, muuuuuuuiita gente animada! Parecia até que iam para alguma festa! Espantou o sono em uma tacada só! Todos ganhamos camisetas e bonés! Agora parecia que estávamos indo para algum campeonato!

No ônibus recebemos orientações de como seria o dia; algumas organizadoras receberam algumas cantadas… (de brincadeirinha) e após alguns minutos chegamos à comunidade, na sede do arrastão, uma ONG parceira dessa ação.

Chegando lá, fomos recebidos como celebridades! Com direito a café e, sabe aquele bolo de vó? Aquele que você quase comia inteiro molhando no café com leite?! (aaahhh, vai dizer que nunca fez isso?) Esse mesmo! Nós nos acabamos naquele bolo delicioso! Agradeceram nossa disponibilidade e nos dividiram em turmas para começar os trabalhos. E mãos à obra, né! (ainda bem! Mais um minuto e eu voltava com uns 5 quilos a mais!).

Eu fiquei no grupo de recreação. Assim que chegamos ao local não havia ainda crianças. O jeito foi dar uma voltinha no bairro para chamá-las. Mais gente empolgada! Todos muito animados falavam com todos os pais e crianças que encontravam. Em poucos minutos o local da recreação já estava cheio!

Começamos com as brincadeiras. Cada grupo de voluntários ficava em uma barraca, cada barraca tinha uma atividade diferente. Juro que não sei quem se divertiu mais, as crianças ou eu! Vivo… morto… vivo… morto (aaaiii minha lordose! Idade é fogo! As crianças faziam isso como se pega um copo d’água! Saudosa, penso: “bons tempos!!!”); barraca da leitura, e o melhor – pintura do rosto. Nunca desenhei tantos símbolos do São Paulo e Palmeiras na vida! (caaalma… é que eu não sabia desenhar o do Corinthians, mas tinham vários pedidos também! Do Vasco? Não… não, nenhum pedido!). Borboletas, aranhas, super-homens, flores… aaaff! Olho para baixo, um pequenino me pergunta: “Tiiiiiiiiiiiiiiiiaaaaa, por que o seu braço está todo pintado?” É… acho que me empolguei, como não tinha paleta improvisei uma! rs

Enfim… muitas pinceladas depois, e de repente “atenção, vamos finalizar as atividades daqui a pouco”. Nossa! Já!

A comunidade organizou uma apresentação em nossa homenagem! Crianças lindas, todas ensaiadas, dançando uma musiquinha, todas com aquela atenção para fazer tudo bem bonito! Uma graça! E também fizeram um bolo bem bonito para comemorar essa parceria… hum… mais bolo!!!

Após todos nos confraternizarmos, voltamos aos ônibus, muito cansados, mas muito felizes. Com a sensação de dever cumprido e energizados com a gratidão de quem deu tão pouco e recebeu muito em troca!

No final, percebi que tínhamos ido mesmo para um campeonato. Mas um campeonato diferente, em que não há apenas um vencedor, pois todos ganham algo de alguma forma, seja carinho, atenção, gratidão e experiência. Estávamos mesmo voltando de um campeonato da solidariedade.

A festa só vai ficar boa quando mais gente puder entrar (2)

Por Leandro de Paula Loiola – São Paulo (SP) – Wealth Management Services

Oi, pessoal! Gostaria de compartilhar minha história como voluntário!
Há alguns anos participei como voluntário no Programa Escola da Família do Governo de São Paulo. Recebi a oportunidade por meio da Fundação Itaú Social, que recrutou colaboradores para um curso de capacitação de aulas de inglês e iniciei as aulas em uma escola estadual perto de casa.

Foi uma experiência riquíssima, pois conheci muita gente interessante e, para minha surpresa, de todas as idades (esperava apenas crianças). Acabei até formando novas turmas, porque o público era muito heterogêneo.

A carência dos alunos não era só da língua inglesa, mas de atenção e preocupação com seu desenvolvimento. E qualquer um que tenha vontade de conversar e saber ouvir faz muita diferença na vida dessas pessoas.

Quando eu percebi isso (lecionei por 2 anos, quando o governo acabou com o programa), mudei minha aula para uma conversa, menos expositiva e mais participativa, utilizando os conhecimentos dos alunos para ensinar inglês.

Mas a história não acaba aí. Alguns anos depois, trabalhei aqui no Itaú em uma área que precisava de Treinamento para Gerentes. Naturalmente, minha fase de adaptação à nova tarefa foi abreviada, pois já tinha uma habilidade conquistada no voluntariado.

E mais: uma habilidade diferenciada, pois não me tornei um professor comum, mas um facilitador do aprendizado em classe, aproveitando todo o conhecimento disponível nas pessoas para aumentar a retenção e compreensão do conteúdo.

Hoje eu também leciono em uma escola de finanças à noite e acho que é muito complementar à minha atividade principal: trabalho na Gerência de Educação para Investidores.

Enfim, a moral da história é que se você pensa que o trabalho voluntário só ajuda os outros, pense de novo: ele ajuda você a se conhecer melhor, desenvolve habilidades que você não conhecia e pode até se tornar uma profissão!

Recomendo a todos que comecem com uma atividade com que tenham familiaridade. E depois partam para alguma atividade com a qual NÃO TENHAM FAMILIARIDADE. Assim, o desenvolvimento será pleno e você poderá colaborar com uma sociedade mais justa.

Lembre-se da frase do Paulo Lima, do Prêmio Trip Transformadores: “Essa festa só vai ficar boa quando mais gente puder entrar”, ou seja, com inclusão social, acesso à informação e à formação.

Um abraço a todos!

Resultado

  • 1 - Um Sábado Mágico!!! (66)
  • 2 - Vocação ao voluntariado (27)
  • 3 - Voluntariado – Palavra Mágica (15)
  • 4 - Um dia Diferente! (3)
  • 5 - A festa só vai ficar boa quando mais gente puder entrar (2)